Brasil: Cerca de 50 milhões de pessoas têm rendimentos de fontes diferentes do trabalho

De acordo com a PNAD-Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), do total da população (205,5 milhões de pessoas), 60,5% (124,4 milhões de pessoas) possuíam algum tipo de rendimento. Desses, 42,4% (87,1 milhões de pessoas) tinham rendimentos do trabalho e 24,0% (49,3 milhões) recebiam rendimentos de outras fontes, que contemplam aposentadoria e pensão (13,9%); outros rendimentos (7,7%); pensão alimentícia, doação e mesada de não morador (2,4%); e aluguel e arrendamento (1,8%).

O Nordeste possui o maior desequilíbrio/hiato entre os rendimentos provenientes de todos os trabalhos e os de outras fontes (aposentadoria e pensão; outros rendimentos; aluguel e arrendamento; e pensão alimentícia, doação e mesada de não morador). Nessa região, 27,6% da população residente depende de outras fontes, o maior índice entre as regiões, enquanto apenas 35,7% possuem rendimento de todos os trabalhos, o menor percentual entre as regiões.

Aposentadoria e pensão tiveram os maiores percentuais entre as grandes regiões. O destaque foi o Sul (17,3%), que também possui a população mais idosa do país, seguido pelo Sudeste (15,0%), Nordeste (13,1%), Centro-Oeste (10,8%) e Norte (8,0%).

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