Brasil: Confiança do consumidor permanece baixa

De acordo com a CNI (Confederação Nacional da Indústria), O Índice Nacional de Expectativa do Consumidor
(INEC), produzido em parceiria entre a CNI e o IBOPE, recuou 0,2% na comparação com janeiro. Com isso, o INEC permanece em patamar baixo, 1,6% inferior ao registrado em fevereiro de 2017 e 4,9% inferior à média histórica.

A permanência do INEC em um patamar baixo sugere que a recuperação da demanda nos próximos meses continuará a ser moderada.

A maioria dos componentes que formam o INEC apenas oscilam na comparação com janeiro. A maior expansão é a do índice de expectativa de inflação que registra aumento de 2%, revelando que os consumidores estão se preocupando menos com evolução dos preços.

O índice de endividamento apresenta o segundo maior crescimento (0,9%), mostrando que os consumidores estão percebendo melhora na evolução de suas dívidas.

Na comparação com fevereiro de 2017, a maioria dos componentes recuam. As maiores quedas aparecem nas expectativas de renda pessoal (-3,0%) e inflação (-2,9%), ou seja, mostram maior preocupação dos consumidores com relação à evolução de sua renda e dos preços.

Especificações técnicas
Pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência.
Número de entrevistas: 2002 em 142 municípios
Período da coleta: De 22 a 26 de fevereiro de 2018.

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